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Na morte do poeta não há morte:
há candura,
um gesto dentro do azul
e o perfil recortado à tesoura.

Na morte do poeta não há morte:
há apenas cansaço
e à despedida, um abraço
para nova aventura.

Na morte do poeta não há morte:
há vida em excesso,
as mãos no sexo
e uma festa rediviva.

Na morte do poeta não há morte:
há viveiros de versões do mesmo tema
e um filosofema
em ferida.

Na morte do poeta não há morte:
há vivências que ninguém adivinha,
poemas pescados à linha
debruçado na torre sanguínea.

Na morte do poeta não há morte:
há só desejo de morrer
para poder viver
cada vez mais forte.

(em memória de Mário Cesariny, mas dedicado a todos os poetas portugueses)

Poetas Portugueses do Século XX


1. Contexto


Primeira metade do sec. XX

Segunda metade do sec. XX





2. História


Década de 10

Década de 20

Década de 30

Década de 40

Década de 50

Década de 60

Década de 70

Década de 80

Década de 90



3. Correntes Estéticas


Primeira metade do século XX

Segunda Metade do século XX




4. Autores

José Gomes Ferreira

José Régio

Vitorino Nemésio

António Gedeão

Miguel Torga

Jorge de Sena

Sophia de Mello Breyner Andresen

Natália Correia

Eugénio de Andrade

Alexandre O'Neill

António Ramos Rosa

David Mourão-Ferreira

Manuel Alegre

Helberto Helder

Ana Hatherly

Ruy Belo

Pedro Tamen

Luiza Neto Jorge

Nuno Júdice

Fiama Hasse Pais Brandão

Ruy Cinatti

Egito Gonçalves

Mário Cesariny

Pedro Oom

E. M. de Melo e Castro

Gastão Cruz

Fernando Pessoa

Almada Negreiros

Mário de Sá-Carneiro

António Aleixo

Ary dos Santos


5. Referências